Escamberia

Olá,
Minha frase da semana foi: “Cansei de remar sozinha”
O que mais tenho ouvido das pessoas é que está difícil.
Está todo mundo sem dinheiro e sem clientes!
E então o que fazemos com isso? Ninguém vende e ninguém compra mais?
Dai pensei no seguinte.. precisamos ter uma maneira de gerar tráfego  de serviços.

Ideia: Escambo de serviços entre micro redes.
Conectar pessoas, que precisam dos serviços uma das outras.

Por exemplo, uma dona de loja de sapatos precisa de alguém para ajuda-la na organização dos negócios, mas não tem dinheiro pra pagar.. eu poderia ajudá-la nas  necessidades e permuto em sapatos.. como só tenho dois pés.. fico com um crédito na loja e posso repassar pra minha vizinha, por exemplo, que faz bolo e eu preciso de um bolo para o fim de semana.

Pesquisei e vi que existe sites ou plataformas com esse tipo de serviço, mas só promovem a troca entre uma pessoa e outra, não inclui uma terceira pessoa. E isso é ruim, porque eu não tenho interesses em tantos sapatos assim.
E esse processo pode incentivar o fluxo de serviços e depois a compra posterior.

Estou validando com algumas pessoas. Muitas me disseram que pode ter problema com o valor de um produto para outro. Mas dai a minha pergunta,  se eu estiver precisando muito de um produto, pois irá dar um up na minha empresa, será que o valor tem que ser financeiro mesmo?  Será que não consigo construir uma rede colaborativa, quase um plano de contenção para algumas pessoas, poderem sobreviver a toda essa crise?  De uma pessoa pessoa trocando seus tomates por laranjas da vizinha?

Outro ponto seria como mensurar tudo isso? Manualmente?
Pois é grande pergunta..
E como gerar o ciclo de confiança que realmente será entregue?
Será que funcionaria apenas com um grupo de amigos?

Empreendedor Jr Lançado on abril 15, 2016 por Ideia.
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2 Respostas

    Interessante e diferente a sua proposta. Engraçado que o escambo é a “moeda”‘ mais antiga do mundo e hoje é uma realidade essa questão da troca. Isso acontece muito entre amigos e familiares. Eu mesmo presto algumas consultorias para um primo que é dentista e ele trata dos meus dentes. Mas isso só acontece pois existe uma confiança entre nós, caso não houvesse, não teríamos condição de fechar o negócio dessa forma.

    Para que os usuários comprem essa ideia, a plataforma deve garantir o “pagamento” para ambas as partes. Como o mercado livre faz quando compramos de algum vendedor? Como ele garante que vamos receber o produto que nos prometeram enviar por e-mail?

    Primeiramente eu pago à plataforma, no caso mercado livre, e essa plataforma manda um sinal para o fornecedor que o pagamento foi feito. Daí o fornecedor sabe que pode mandar a mercadoria. O cliente recebe a mercadoria, dá o sinal para a plataforma e o pagamento é liberado.

    Acho que essa plataforma pode funcionar como um intermediador e garantidor de que os serviços prestados para um, será prestado para o outro também. Pode haver um sistema de moedas virtuais da sua plataforma uma espécia de “estaleca”, onde eu presto o meu serviço a tantas “estalecas” e posso usá-la para “comprar”, quando achar necessário, o serviço do outro.

    A questão da avaliação dos valores de cada serviço, acho que vai do bom senso de quem presta. É difícil tabelar: um dentista cobra, pelo menos serviço, um valor maior que do outro. Depende de sua localizada, experiência, técnica, prestígio…e por ai vai!

    Espero ter ajudado e, qualquer coisa, é só chamar aqui!

    Um abraço.

    Empreendedor Respondido on abril 15, 2016

      Olá, Murilo..
      Obrigada pela sua contribuição!!
      As pontuações foram bem legais.. e agregadoras.
      Pois é.. e como criar uma rede sem depender de uma plataforma e sem parecer amadorismo ao utilizar uma tabela de excel rsrrsr
      A coisa mecanizada já vi muitas  e a maior parte inativa sem considerar os elementos rede, interação, contato, troca…

      Empreendedor Jr Respondido on abril 19, 2016

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